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Diferente do que ocorreu com o prefeito afastado de São Bernardo, Marcelo Lima (Podemos), o vereador Danilo Lima (Podemos) não conseguiu êxito no seu Habeas Corpus (HC) no STJ (Superior Tribunal de Justiça) que pedia o seu retorno ao Legislativo, e por consequência, a recondução ao comando da Casa. Danilo é um dos investigados em um suposto plano de corrupção envolvendo empresas que contam com contratos com a Prefeitura e a Fundação do ABC.
Danilo, assim como o vereador Ary de Oliveira (PRTB), estão afastados do cargo desde 14 de agosto, data da operação Estafeta, da Polícia Federal. Apesar de longe da Câmara, ambos continuam recebendo os seus vencimentos, o que impede a convocação dos suplentes. Desde então a Casa de Leis continua atuando com 26 vereadores em suas sessões e Ana Nice (PT) fica na presidência.
Vereador sugere protocolo “Não é Não” e “Selo Mulheres Seguras” em São Caetano
O vereador Welbe Macedo (PSB) apresentou indicação para que o Executivo envie à Câmara projeto de lei instituindo o protocolo “Não é Não” e o “Selo Mulheres Seguras” em São Caetano. A proposta busca responsabilizar estabelecimentos e organizadores de eventos por medidas de prevenção, acolhimento e encaminhamento de vítimas de violência e assédio sexual, além de reconhecer de forma oficial locais que cumprirem as diretrizes de proteção.
Daniel Córdoba sugere robótica e programação nas escolas públicas
O vereador Daniel Córdoba (PSD) indicou a criação de laboratórios de robótica e programação, além de atividades extracurriculares na rede municipal de ensino. A iniciativa pretende modernizar o ambiente educacional, desenvolver o interesse dos alunos por ciência e tecnologia e aproximar as escolas de universidades e empresas do setor, solidificando a formação de jovens para carreiras ligadas à inovação.
Fonte: Repórter Diário .com. br



